|
|
|
O BELO SERTÃO / Nilda Neves |
|

Ao ler esse livro seu pensamento vagueará e, sobrevoando a imensidão da mata rala descobrirá que além de secas, fome, guerras, sofrimento, cactos e lajedos, há algo de muito preciso: o amor e a felicidade tão somente conduzidos pela fé. Misturando realidade e ficção, eu descrevo o sertão, poetizo o sertão, canto o sertão, pinto o sertão e modelo o sertão. Porque nasci e vivi no sertão, amo o sertão e acredito que tudo é realidade. Nilda Neves |
 |
|
SOMBRAS / José Márcio Pereira |
|
Sombras conta o envolvimento de um jovem universitário, inexperiente no amor, com uma mulher casada, mãe de dois filhos, estudante concluinte de psicologia. Carente de afeto, em decorrência do relacionamento amoroso frustrante com o marido, a mulher seduz o jovem, atraindo-o com suas armas femininas. A relação apaixonada, neurótica, trouxe sérios transtornos para o rapaz, desestruturando-o a tal ponto que este tem de submeter-se a tratamento e internação num hospital psiquiátrico.
|
 |
|
CONSEQUÊNCIAS DA INCOMPLETUDE / Bissol |
|
Num mundo em constante transformação devido aos avanços tecnológicos e as preocupações ambientais, a poesia intitulada Consequências da Incompletude busca entender as limitações do ser humano, suas fragilidades e seus sonhos, pelo viés filosófico metafísico, aplicado metaforicamente à arte poética. Cedo partimos em busca dos sonhos perdidos, deparamos com o lobo dos homens, tentando converter o mundo em um sistema de códigos abstratos que determina mundos paralelos e realidades impostas, fazendo-nos acreditar coletivamente na sua eficácia.
|
 |
|
OS HOMENS E OUTRAS MENTIRAS / Cristina Ferreira-Pinto Bailey |
|
Carioca da gema, brasiliense de coração, cidadã do mundo… Escritora, tradutora literária e professora universitária, Cristina Ferreira-Pinto Bailey mora há mais de vinte e cinco anos nos Estados Unidos. Sua vida se desdobra em um movimento constante, deslocamento, percepções transculturais da realidade. Lost in translation? Não exatamente, mas sim sujeito híbrido, sonhando, pensando, vivendo na justaposição de línguas várias e de vários cenários que escreve e inscreve em sua poesia.
|
 |
|
DESENCONTROS DA VIDA / Jurandir A. Fortes |
|
Olhava para todos os lados e se mantinha atento, sentia medo, mas a raiva que o dominava impulsionava para seguir em frente. Os faróis iluminaram adiante uma clareira, a uns cinquenta metros. Foi se aproximando devagar, mesmo assim os galhos de mato batiam com intensidade na lataria do carro. Entrou ali e a luz dos faróis quebrou a escuridão do lugar. Jurandir Algarves Fortes nasceu em Laguna (SC) e muito jovem foi para Santos (SP). Encantado com as belezas do lugar, resolveu que era ali que construiria sua vida.
|
 |
|
SAUDADES DE NÍSIA - UM CADERNO DE MÚSICA E POESIA / Eduardo Torres Cordeiro |
Anauê, Papary! Xe a-aussuba nde porangaba – assim diria o Abaeté se ainda por ali vivesse. Mas, tudo isso são detalhes que a tudo enfeitavam. Mais lindos são os momentos de amor que, ainda hoje, guardo e vivo no meu coração – banho de bica, violão na praça, estudar e, tempos depois, lecionar no Yayá. Minha terra tem lagoa pra danado – vender pastel; meu pai e meus irmãos pescar; fazer xixi no chão pra não queimar os pés – são vinte e sete recantos tropicais. |
 |
|
CALCINHA NOVA - CONTOS, CRÔNICAS E BARATOS AFINS / Nadiva Jorge |
|
O título, Calcinha Nova, a princípio, não me agradou, pois me dava impressão de infantilidade, não cultural, mas concluí que talvez Calcinha Nova não seja mesmo cultural e adulto, simplesmente é "um livro", independente de qualquer julgamento. E é delicioso criar um livro. Ele nasceu da curiosidade de manusear um computador, um tanto desatualizado, e uma impressora, deixados por meu filho mais velho, quando viajou para a Austrália com fins de estudos e passeios. A solidão passou a ser minha companheira e o tempo, meu amigo.
|
 |
|
CINEUROSE - DIA DE JUÍZO EM CAPITUBA / Waldir de Luna Carneiro |
|
"Devemos aplaudir todos os escritores brasileiros que intentam dar uns poucos lampejos à Literatura Teatral." (Raquel de Queiroz). "A comédia está na raiz do teatro. As grandes tragédias e dramas têm algo de cômico, assim como as maiores comédias têm algo de trágico: Tartufo, de Molière, Mandrágora, de Maquiavel, Auto da compadecida, de Ariano Suassuna e tudo de Plauto." (Hélio Cícero, ator e diretor). "No romance há um ambiente de multidão, uma variedade de conversas.
|
 |
|
A IMPORTÂNCIA DA ARTE NA ATUAÇÃO DOCENTE / Lídia Lindislay Ocanha Morale |
|
Pensando na Educação – marcada por fracassos, descrenças e modismos – e na realidade das escolas públicas – despreparadas e sem estruturas que atenda ao público interno e o mundo fora dela – que, materialmente, estão muito longe de acompanhar a tecnologia e o progresso contínuo e crescente do mundo contemporâneo, faço da Arte uma opção de recurso metodológico e didático a ser empregado na prática docente como uma opção para um ensino de qualidade, tornando o aprendizado mais prazeroso e atraente.
|
 |
|
ELAS VIERAM DE LONGE... SÉCULOS XIX E XX / Várias Autoras |
|
Na minha infância eu invejava a sorte dos meninos. A vida das mulheres de então, na sua maioria era insossa. Não era o que eu queria ser quando adulta. Ah! Os homens, esses sim, tinham uma vida rica: iam estudar fora, tinham independência e maior liberdade! Entretanto, dois fatos me fizeram mudar de opinião: dominar a leitura e a escrita e descobrir que as mulheres poderiam ter os privilégios que os homens tinham se lutassem por eles. Seriam conquistas e não dádivas.
|
 |
|
O GRANDE BALÃO DE JORNAL E OUTRAS HISTÓRIAS / Fausto Couto Sobrinho |
|
É possível passar a vida a limpo? Talvez não, mas é possível reinventá-la a cada segundo, ampliando o contorno do que costumamos chamar de realidade para torná-la mais conforme com o real. É possível lançarmos um olhar para além do véu e enxergarmos as coisas e as pessoas em sua completude. É isso o que Fausto faz – e nos convida a fazer – em seus deliciosos contos. Primeiro livro aos 62 anos?
|
 |
|
LICOR NEGRO DA RUBIÁCEA BRASILEIRA / Carlos Bandeira |
|
A história do Licor Negro da Rubiácea Brasileira é uma ficção sobre o dinheiro deus da terra, da justiça injustiçada, de como surgem santinhos do pau oco. Apesar de todas essas mazelas, ainda podemos, pelos cafezais da vida, sentir o perfume, os aromas das floradas, sentindo os raios do sol em nossa pele, recebendo a vitamina D do rei dos astros, que nos dá saúde e a vida sem nada cobrar. Existem várias lendas sobre a descoberta do café, a mais aceita é a do Pastor Kaldi, que viveu na Absinia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos.
|
 |
|
FINITO / Adalberto F. N. Telles |
|
Existem os Grandes Homens Bons. Não se sabe ao certo como eles se formam. Alguns são de origem humilde, outros provenientes de famílias de posses. Mas existem características comuns: respeitam o passado, trabalham no presente e seus olhos e mentes estão no futuro sempre. Mais importante que construir, os Grandes Homens Bons conhecem a alma humana e trabalham com a vida: Trabalham com os homens. E seu grande legado é fazer ver aos que com eles convivem que a existência terrena pode persistir além da própria vida.
|
 |
|
VOCÊ É O QUE VOCÊ COME / Carlos Eduardo Machado |
|
O que se pode esperar de um livro sobre saúde escrito por um médico? Uma compilação de termos médicos e da complexa estrutura que é o corpo humano? Uma série de recomendações e orientações ortodoxas, que todos nós estamos cansados de saber, mas poucos são capazes de seguir? Antes de mais nada, pode-se adiantar que o grande desafio de seu autor, Prof. Dr. Carlos Eduardo Machado MD, PhD., médico formado pela conceituada Escola Paulista de Medicina, com vários títulos de especialização e doutorado.
|
 |
|
FLORES DO ALÉM / Henrique Pompílio de Araújo |
|
“Flores do além” é, na verdade, um convite que Jesus vem fazendo ao autor há muito tempo para ingressar nas fileiras dos compromissados da espiritualidade. Em todos os poemas há um convite de Jesus. Acontece que nós ficamos adiando o nosso ingresso. Entramos por caminhos errados e sofremos as consequências. Todos os poemas refletem paz, amor, chamamento. Deus quer que todos nós contribuamos com a sua obra de criação e todos nós temos que fazer a nossa parte.
|
 |
|
UM PESSEGUEIRO E UM PÉ DE IPÊ / Anita Pereira |
|
É uma história cheia de graça e ternura, cujo tema, muito atual, trata de crianças que vivem à procura de amor e segurança. Numa inversão de valores, elas, que deveriam ser protegidas, ter segurança e amor e que deveriam tão somente se preocupar com as brincadeiras e com a escola, vivem em busca de um futuro. Crianças, como Marcos, Carol e Lucas, e tantas outras que vemos nas ruas ou instituições, têm um único desejo na vida: um lar.
|
 |
|
|