Nancy de Lustoza Barros e Hirsch

Nancy de Lustoza Barros e Hirsch é carioca, arquiteta e jornalista. Gosta de contar histórias, é leitora voraz e cria cavalos. Seus romances têm como cenário o ambiente rural e as famílias que o frequentam.

Perdi a Cabeça
Vinícius Avoeiros Bogado veio ao Brasil fazer uma escala rápida: pretende voltar para a Escócia onde mora e desfrutar lá as suas férias. Sua irmã mais nova, a Letie, vai atrapalhar seus planos. Aliás, os problemas deste jovem médico não se resumem a uma única mocinha. Outras seis se meteram junto com ela numa grande confusão. Na cidade serrana de Nossa Senhora do Outeiro Santo, interior do Rio de Janeiro, no início dos anos 1980, este grupo costuma, como se diria na época, “tocar um rebu”. De susto a surpresa, Vinícius se enreda e perde seu norte.

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ENTREVISTA

Olá Nancy. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Uma acidentada e um jovem médico. Os irmãos Scarlet e Vinícius Avoeiros Bogado se encontram em um hospital da cidade serrana Nossa Senhora do Outeiro Santo. Letie, como é mais conhecida, dirigia-se ao Rio de Janeiro com um grupo de amigas quando o desastre aconteceu. É importante que elas contem o que ocorreu, mas as mocinhas fazem voto de silêncio, para desespero da equipe médica e dos policiais que investigam o caso. A ficção mistura humor, mistério e paixões. O público jovem e adulto deve se divertir com o romance e as peripécias das garotas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Perdi a Cabeça é meu sexto livro publicado e acho que há outros dentro de mim, pois já estou trabalhando no que batizei provisoriamente de Piuí.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever é apenas uma das tarefas do autor. É preciso divulgar a literatura e incentivar a leitura, por exemplo, presenteando crianças com livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Um amigo livreiro me recomendou o Sr. João Ricardo Scortecci e em 2016 produzi Vale das Luas, meu quinto romance, com a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Em Perdi a Cabeça, os personagens são críveis e circulam entre o urbano e o rural, na serra e no litoral, no Brasil e no exterior. O romance pretende divertir, promover momentos de descontração, quem sabe uma boa risada e o leitor corre até o risco de se apaixonar pelos protagonistas.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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