Ricardo Carneiro Leão

Ricardo Carneiro Leão cidadão  paulista da cidade de Mogi das Cruzes, veio à luz em 13 de março de 1951. Médico pela Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas de Botucatu - SP - FCMBB. Colou grau em 1976 quando a faculdade estadual passou a integrar a UNESP. No ano de 2016, juntamente com seus colegas de turma, foi homenageado por aquela instituição de ensino nos seus quarenta anos de formado, fazendo parte da primeira turma de médicos da UNESP. Traz no coração o apelido de Tupamaro, que ganhou quando calouro na faculdade. Especializou-se em Ortopedia e Traumatologia na Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto - SP no então Serviço do Professor Doutor Luiz Tarquinio de Assis Lopes, seu mestre e orientador, já falecido. Casado há 41 anos com a Walquiria, pai de um casal de filhos: Karine, nascida em Ribeirão Preto - SP e Francis, nascido na cidade de Pederneiras - SP. Ambos casados com Marcel e Milena respectivamente. É avô de quatro meninos, Felipe, Lucas, Diego e Pedro. Felipe, o primeiro, filho do Francis e da Milena. Lucas, Diego (gêmeos) e Pedro, filhos da Karine e do Marcel. Deserto de Concreto foi seu primeiro livro. Publicado em 2009. A seguir, nos anos seguintes, publicou No Pé do Arco-Íris, Rosa Vermelha, Poemas a quem não tem nada pra fazer, Poemas pra quem não tem tempo de ler, Convite, Fantasia & Realidade - Livros Um e Dois, Verdades Temperadas, Simplicidade e Manuel do Amor de 2016, que além de diversos poemas apimentados traz um conto que dá nome ao livro.

Confusões da minha mente
Prezado(a) amigo(a) leitor(a), as páginas deste livro que você está começando a ler e continuará lendo desde que essas minhas primeiras palavras despertem em você a curiosidade de conhecer alguns outros planetas habitados espalhados pelo universo infinito. Planetas que eu conheci. A narrativa que faço não sei se é pura ficção, se é loucura pura ou se é pura realidade. Em algum momento viajei por esses planetas que você vai conhecer, se é que ainda não conhece. Mesmo que conheça não conhece tão bem como eu conheci, porque eu estive lá. Durante seis meses, que passaram muito mais rápido do que se eu estivesse aqui na Terra, viajei distâncias inimagináveis, em aeronaves ou naves espaciais nada parecidas com os discos voadores desenhados pelos homens terrenos. Que jamais teria conseguido se estivesse vivendo na Terra. Vi, participei e aprendi em tão pouco tempo, coisas que não aprenderia na Terra durante todos os anos da minha vida, por mais que viesse a viver. Você já deve estar perguntando se eu tinha morrido. Não! Não estava morto. Essa deslumbrante viagem eu fiz durante seis meses em que estive em estado de coma devido a um aneurisma cerebral inoperável. Quando acordei, ou melhor, quando ressuscitei; porque os médicos terrenos já me consideravam morto; eu recordei de todas essas viagens que estão narradas neste pequeno livro. Pode ser que eu as inventei, muitos dirão que sim. Outros dirão que o aneurisma fez com que eu enlouquecesse. Pode ser que sim. Os mais crédulos dirão que é tudo verdade, que já ouviram histórias semelhantes narradas por outras pessoas que também, por algum motivo, estiveram em estado de coma e depois voltaram a viver. Também pode ser que sim. Mais algumas palavras tenho para dizer, espero que não se zanguem comigo. Eu até hoje não tive qualquer aneurisma cerebral e também nunca estive em estado de coma. A única vez que desliguei da vida foi quando fui submetido a anestesia geral para uma revascularização do miocárdio por conta de um infarto, mas isso aconteceu há dezoito anos. Essa viagem aconteceu recentemente. Uma outra anestesia geral para uma cirurgia da próstata, mas esse livro já estava escrito, ainda não revisado. Posso dizer que o que escrevi e você vai ler não foi por estar anestesiado, que é muito semelhante ao estado de coma. Continuo sem saber se o conteúdo deste livro é pura ficção, loucura pura ou pura verdade. Sinto-me dominado pelas Confusões da Minha Mente. Se ao terminar de ler essa narrativa e chegar a alguma conclusão plausível peço que guarde para você, para não aumentar ainda mais as minhas confusões, evitando assim que eu entre em estado de coma por conta de um acidente vascular cerebral.

ENTREVISTA

Olá Ricardo. É um prazer contar com a sua participação no Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Uma fictícia viagem durante um fictício estado de coma durante 6 meses devido a um fictício aneurisma cerebral roto. Surgiu durante uma madrugada quando acordei com o tema na cabeça. Para quem ama ficção.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou médico ortopedista, 66 anos, escrevo desde os meus 14 anos. Escrevo para deixar marcada minha passagem nessa atual vida terrena. Esse é nosso 11º livro. O primeiro romance. Todos os outros de poemas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Se gostam de escrever, escrevam por prazer. Nunca abandonem suas profissões. Não esperem por elogios e muito menos como suporte financeiro. Publique seu livro e assuma o prejuízo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet em 2009 quando publiquei meu primeiro livro Deserto de Concreto.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo livro deve ser conhecido... se gostar do título, da capa e do assunto comesse a ler. Se vai chegar ao fim ou não depende do momento e da inspiração.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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