EU E MINHAS HISTÓRIAS - VOL. 2 / Maria Aparecida Almeida Dias de Souza
Alguém já disse que escrever é muito fácil. Você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto-final. Mas sabe escrever aquele que, entre essa letra maiúscula e o ponto-final, coloca vivência, sentimentos relevantes e interessantes. A leitura do Eu e minhas histórias revela um talento na arte de escrever. À medida que se avança no texto, o cotidiano de uma lutadora desfila aos nossos olhos. É história de uma pessoa que (com licença do poeta) não “passou pela vida em brancas nuvens” nem permaneceu blindada “em plácido repouso”. Antes, foi à luta e venceu em todos os campos de atuação. Expressa muito bem a sua filosofia de vida, o seu espírito de luta e alcança o seu lugar ao sol na arte de escrever. Parabéns, confreira Maria Aparecida Almeida Dias de Souza. Sucesso!
Edgard Steffen, médico, escritor, sócio efetivo da Academia Sorocabana de Letras, cadeira 23
A Dra. Maria Aparecida Almeida Dias de Souza — ou, resumidamente, Cida Almeida — sintetiza, em sua personalidade, múltiplas qualidades impulsionadas por inquebrantável determinação, fatores que, somados, a têm tornado vitoriosa e admirada por um sem-número de pessoas das mais diversas origens e extrações sociais. Há quatro anos Cida surpreendeu os que acompanham sua trajetória com a publicação simultânea de duas obras muito diferentes entre si, mas igualmente merecedoras de atenção e aplauso: Uma Pires do Amaral, um Borges de Almeida, sua história e sua gente, sólida pesquisa histórica e genealógica de seus ascendentes, laboriosamente construída e primorosamente ilustrada, compondo um volume de quase 500 páginas, e Eu e minhas histórias, saborosa coletânea de quase uma centena de acontecimentos — cômicos ou comoventes — que fizeram parte de seu dia a dia. Agora, ela novamente aplica sua verve narrativa e oferece a seus leitores uma segunda coletânea de casos, que, a exemplo da anterior, levarão, quem se aventurar a percorrê-la, a oscilar, seguidamente, entre o riso e a lágrima, num imperdível gradiente de emoções.
Geraldo Bonadio, escritor, sócio efetivo da Academia Sorocabana de Letras, cadeira 9
O que um filho deve escrever sobre um livro escrito por sua mãe? Não um livro de ficção, mas um livro sobre a vida. Um livro que, em boa parte, eu e meus irmãos vimos ser vivido. Um livro que revela que, muito mais do que por palavras, foi por exemplo vivo que aprendemos os valores que orientam nossas vidas e que buscamos, como uma herança de família, transmitir a nossos filhos. O que eu e meus irmãos podemos dizer é que este é um livro que, mais uma vez, nos enche de orgulho de nossa mãe. Orgulho pelo que ela fez. E orgulho por sua capacidade de recordar e de contar o que fez, de uma forma que atrai e entretém, como acontecia quando nos narrava algumas de suas histórias em nossa infância. Boa leitura!
Gustavo
Maria Aparecida Almeida Dias de Souza é bacharel em Direito, formada pela FADI Sorocaba em 1972, genealogista, membro da Academia Sorocabana de Letras (ASL), onde ocupa a cadeira 36, associada do Colégio Brasileiro de Genealogia (CBG), da Associação Brasileira de Pesquisadores (ASBRAP), do Instituto de Genealogia de Santa Catarina (INGESC), do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba (IHGGS) e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP).
Serviço:
Eu e Minhas Histórias
Vol. 2
Maria Aparecida Almeida Dias de Souza
Scortecci Editora
Crônicas
ISBN 978-85-366-6864-2
Formato 16 x 23 cm
192 páginas
1ª edição - 2024

