SE O CELULAR DEIXAR, LEIA PELO MENOS UMA PÁGINA / Benedito Morais de Carvalho (Benê)



Este livro é mais uma obra do escritor Benedito Morais de Carvalho, companheiro nos tempos da Escola Técnica de Comércio e dos jogos de pelada no Quadro de São Luiz, em nossa cidade de Juazeiro do Norte. Benê, meu amigo de infância, com quem até hoje conservo esse laço de amizade fraterna, é escritor com grande potencial, radicado na cidade de São Paulo, mantendo em seus escritos seu lado irreverente e cômico. O título deste livro de poesias e crônicas chama a atenção para a bolha em que a internet nos colocou, uma vez que o celular, de grande utilidade nos tempos modernos, nos distancia dos livros publicados em papel. Recebi com muita honraria a incumbência de traçar alguns comentários sobre o trabalho do meu amigo poeta. O título do livro me chamou mais a atenção, uma vez que as mudanças nas redes sociais e nos meios de comunicação acontecem em uma velocidade que comparamos à velocidade da luz, e o autor resume muito bem no título do seu livro essas mudanças. O celular é de grande serventia para armazenar contas bancárias, aproximar amigos, ler livros digitais e contatar pessoas em qualquer parte. O autor, na sua irreverência, pede humildemente que se largue o celular para ler pelo menos uma página do seu livro de papel. Se o celular deixar, eu leio este livro!
Edgar Ferreira da Silva - Médico - Juazeiro do Norte (CE)

Benedito Morais de Carvalho, o Benê, para mim tornou-se um tio querido e adotado (pasmem!) pelo celular, por seus longos bate-papos com meu pai via WhatsApp. “Tio” Benê é um daqueles escritores de leitura leve, que nos leva a viajar pelas galáxias das palavras, seja na prosa, seja na poesia, e por temas atuais, como essa abordagem tão conectada à nossa realidade: “Se o celular deixar, leia pelo menos uma página”. Nesta era da modernidade digital, o celular tornou-se indispensável para todos nós. Porém, existe um efeito negativo: ele nos afasta de um bom livro, um jornal escrito, um cordel e por aí vai... Tio Benê, então, de forma humorada, contemporânea e satírica, nos conscientiza da necessidade de deixar, um pouquinho que seja, as redes sociais para nos deleitarmos com pelo menos uma, umazinha, uma única página lida. Vamos todos juntos nessa corrente literária de voltarmos a sentir as palavras através de uma boa leitura!
Ivynna Sarah Ferreira Neri - Acadêmica de Medicina Veterinária - Juazeiro do Norte (CE)

Benedito Morais de Carvalho (Benê) é cearense de Barbalha, nascido em 11 de novembro de 1952, filho de Expedito Bernardino de Carvalho e de Joaquina (Quininha) Morais de Carvalho. É autor dos livros Pô!Ética (Gráfica Renac, 1982), Reversos (Editora CEPE, 1993), Quase poético (Editora CEPE, 1994), Azul (Editora CEPE, 1996), A vaquinha da primeira-dama (Editora CEPE, 1998), Antipoético (Scortecci Editora, 2006), A poesia da calçada não vende ilusão (Scortecci Editora, 2020), Achados e perdidos (Scortecci Editora, 2022) e Pra não dizer que só falei de poesia (Scortecci Editora, 2023). Participou da Antologia de poesias, contos e crônicas para o Salão Internacional do Livro de São Paulo (Scortecci Editora, 1999), Antologia sonhos e expectativas (Scortecci Editora, 2000), Segunda coletânea de contos e poemas (Editora Usina de Letras, 2010) e Antologia de poesias, contos e crônicas minuto de tudo (Scortecci Editora, 2020).

Serviço:

Se O Celular Deixar, Leia Pelo Menos Uma Página
Crônicas e Poesias
Benedito Morais de Carvalho (Benê)

Scortecci Editora
Crônicas
ISBN 978-85-366-6933-5
Formato 14 x 21 cm 
148 páginas
1ª edição - 2024
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