Mario do Couto - Cajilla - Autor de: O Dia em que o Sol Apagou

Mario do Couto - Cajilla, nasceu na Fazenda Santo Antonio do Morro Selado em Altinópolis, estado de São Paulo, formado em contabilidade e administração de empresas. Trabalhou 40 anos em auditoria. Ator de teatro, artista plástico, escritor, poeta e músico multi-instrumentista, tocando na noite como hobby por trinta anos.

O Dia em que o Sol Apagou
Trata-se de um drama policial, onde o personagem principal torna-se o suspeito de um crime ocorrido na peça teatral. O livro apesar de trágico, trás charadas, piadas e uma colocação filosófica visando alavancar o otimismo dos leitores. No final será desvendado o crime, suas razões e os verdadeiros culpados.

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ENTREVISTA

Olá Mário. É um prazer contar com a sua participação no Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um romance policial, com um crime ocorrido no palco. Como fui ator de teatro, tive a inspiração de escrevê-lo. O público alvo, talvez seja de idades e experiências mais avançadas, que goste de ler livros.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Quando eu escrevi o primeiro livro a ideia era essa de ter um filho e plantar uma árvore, porém como músico, compositor e poeta, as minhas poesias musicais se transformaram no segundo livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É horrível tudo isso, eu comecei a ler livros com doze anos, e foi o que deu estrutura na minha formação, para quem vei da roça e entrou na escola com 11 anos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um colega da Secretaria da Fazenda, também escritor - Laé.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Apesar de ser uma obra de ficção, de tristeza, existe piadas, xaradas e informações psicológicas com pretensões de ajudar os leitores a enfrentar as duras lutas diárias pela sobrevivência.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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