Maria Cristina Andersen

Maria Cristina Andersen nasceu em São Paulo. Engenheira Química formada pela Escola de Engenharia Mauá. É coach, atuando a mais de 30 anos como palestrante e professora no desenvolvimento de pessoas no âmbito pessoal e espiritual. Certificada em MBTI e TMP, usa essas ferramentas como apoio ao autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
Tem quatro livros publicados: Energia Contaminada (Editora Scortecci), já na 2ª Edição, onde é coautora e coordenadora; Culinária Árabe (Editora Melhoramentos); coautora e co-coordenadora do livro de ficção Reciclando Vidas (Editora Scortecci) e coautora do livro Marcados pelo Destino (Editora Scortecci).
Editora do blog: Divulgando Livros e Autores da Scortecci

Energia Contaminada - O Uso Consciente e Eficaz da Energia Mudando Nossas Vidas
Energia Contaminada não é apenas uma história de ficção, é um curso que apresenta, de forma clara, uma visão das interações energéticas e seus efeitos sobre a nossa saúde e disposição. Vai ensinar, através de exercícios simples mas eficazes, a identificar os focos de contaminação e como se descontaminar, se proteger e se preparar energeticamente para os desafios do dia a dia. Acompanhe a história de Thiago e seus companheiros, isto também pode fazer toda a diferença em sua vida!

ENTREVISTA

Olá Cristina. É um prazer contar com a sua participação no Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro é uma história de ficção que se passa num hospital. Os personagens se reúnem uma vez por semana para fazer um curso sobre como se cuidar energeticamente, curso esse, que, nos autores do livro, damos há muitos anos.
A ideia é que o leitor tenha, dentro do livro, alguém (personagem) que irá, no curso, questionar sobre o que lhe acontece ao aplicar as técnicas ensinadas nas aulas. Os personagens, além de informações e explicações teóricas, aprendem exercícios simples e práticos para se cuidar energeticamente e os aplicam em seu dia a dia.
Tivemos em uma das turmas do curso, 2 médicos e 1 dentista, que toparam usar a prática energética em seu dia a dia: nos atendimentos aos pacientes e nas cirurgias. Eles se preparavam energeticamente antes de atender um paciente, por exemplo, e se descontaminavam após o atendimento. Foram percebendo que ao final do dia se sentiam melhores e menos cansados, como ocorria após um dia de desafios. Também perceberam que estavam mais alertas e com sua percepção mais aguçada.
É importante saber, que quem procura um médico, na maioria das vezes, está com algum problema e sua energia, por consequência, não está boa. Pode estar em baixa (falta de energia) ou negativa (no sentido de mal - doente e não de mau - ruim). No atendimento, existe uma conexão entre o paciente e o médico (importante para um bom entendimento do que o paciente tem) e nessa conexão há uma troca de energia entre os dois. Nessa troca o médico pode ficar com baixa de energia ou com sua energia contaminada. Também, o médico pode estar com sua energia contaminada, pelo dia a dia de seu trabalho e desafios que enfrenta, e ele pode passar essa energia contaminada para o paciente.
Um dos médicos animado com o que aprendeu e com os resultados, ofereceu darmos uma palestra no hospital, para médicos, enfermeiros, auxiliares e atendentes. Isso foi durante um programa instituído pelo hospital, para melhorar a qualidade de vida destes profissionais. Foi um sucesso e todos vieram nos procurar para saber se tínhamos um livro sobre esse assunto e foi aí, que resolvemos por no papel o que ensinávamos, e assim nasceu o livro Energia Contaminada.
O livro tem técnica simples e eficazes de como se cuidar energeticamente em seu dia a dia. Para não ser um livro técnico, tem como pano de fundo histórias que se passar no hospital, com trama e tudo.
Tiramos do livro todo cunho espiritualista e/ou religioso, com o objetivo de atender a qualquer um. Além disso, é uma história, e serve para quem não acredita em energia. Serve para qualquer um.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Plantei muitas árvores e não tive filhos por opção. Escrever sempre foi um sonho.
Quando adolescente eu tinha muita imaginação, mas não tinha o hábito de colocá-los no papel e essas histórias se perderam no tempo. Resolvi seguir a carreira de engenheira e isso ativou muito o meu lado mais calculista e acabei deixando de lado o meu lado fantasioso. Quando iniciei meu caminho na espiritualidade e meu trabalho de ajudar as pessoas a se desenvolverem, sentir a necessidade de escrever, de contar minhas experiências e de colocar em livros o que eu ensinava. Escrevi muito, mas tudo em forma de apostilas e direcionada para os cursos que dava.
Meu sonho era escrever um livro, não um livro qualquer, mas um livro que tocasse as pessoas e as ajudasse a ter uma vida melhor.
Energia Contaminada foi meu terceiro livro. O primeiro foi um livro de culinária, publicado pela editora Melhoramentos, sobre culinária árabe. Fez parte da coleção A volta ao mundo em 80 receitas, que foi reeditado, como: A Culinária árabe e depois Culinária árabe com um CD de músicas.
O segundo foi o livro Reciclando vidas (Editora Scortecci), que conta a história de dois escritores, um famoso e um mendigo. O mendigo descobre que seus escritos estão sendo publicados pelo autor famoso e vai investigar. O livro foi fruto do curso Como escrever um livro de ficção, ministrado na Scortecci, que participei e no qual fui uma das coordenadoras. Foi escrito por 12 alunos do curso e quem o lê, acha que foi escrito por uma única pessoa. Foi um trabalho, onde prendi muito.
Meu quarto livro foi Marcados pelo Destino (Editora Scortecci), escrito juntamente com dois amigos: Elianete Vieira e Mario Stoquetti. É um romance de época, que conta a história de 2 adolescentes que se apaixonam, ele vai preso pela ditadura militar e o ela vai para a Europa, e que se reencontram 30 anos depois.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor não é fácil, pela dificuldade de divulgação. Pela falta de leitores? Acredito ser questionável, visto a quantidade de pessoas nas Bienais do Livro. Muita gente e todos com sacolas, o que significa que comparam livros.
Há autores bons e livros muito bons, porém pouco conhecidos. O autor precisa ter em mente, que cabe a ele divulgar seu trabalho. Hoje com as mídias disponíveis e possível fazer um bom trabalho de divulgação. O autor precisa, primeiro, responder a uma pergunta: o que ele espera de seu livro? Que seja conhecido? Que seja vendido?
Cabe ao autor iniciante, divulgar seu trabalho. Encontrar quem é seu publico alvo e ir atrás dele. Ele deve participar de eventos onde achará seu público.
Vejo nos eventos da Editora Scortecci, a parte infantil. Os autores contam histórias, fazem teatro, atingem as crianças com atividades. Todas elas se interessam em ter o livro do evento que participaram.
Acredito que esse seja um caminho, mas requer trabalho. Escrever um livro e publicar, é só o começo. O trabalho vem depois, que é fazer o leitor achar seu livro.
Nosso livro, Energia Contaminada, vende bem quando fazemos palestras sobre o assunto. Isso instiga a curiosidade do participante de querer mais informação e então, ele compra o livro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Meu sonho era escrever romances. Inspiração é importante, mas sempre achei que deveria existir técnicas para escrever bem. Algo que te ajudasse a não se perder na história e de forma que prendesse o leitor. Comecei a procurar na internet, livros e assuntos que ensinasse a escrever romances. Na minha procura achei a Escola do Escritor, da Scortecci editora. Eles tinham um curso que se chamava: Como escrever livros de ficção. Me inscrevi e fiz o curso. Foi assim que iniciei minha jornada no mundo das letras. Foi por aí que descobri que poderia publicar pequenas quantidades, com livros de qualidade e canais de venda. Acabei amiga de todos e hoje ajudo a divulgar os escritores da Scortecci, através do Blog do escritor e do Portal do escritor.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que sim, pois além de se divertirem com a história, vão aprender fazerem alguns exercícios que ajudarão no equilíbrio energético de cada um.
No decorrer da história, os seres humanos foram descobrindo as causas de doenças, mal-estares e mortes. Percebeu-se, com o desenvolvimento da tecnologia e a construção de equipamentos sofisticados e precisos, que muitos das causas eram as contaminações por germes. A partir destas descobertas foram sendo incorporadas, ao dia-a-dia, atitudes que minimizavam as contaminações, como higiene pessoal, higiene de ambientes, assepsias e limpezas em geral. Essas novas práticas adotadas visaram dar mais saúde as vidas das pessoas.
Desde pequenos somos ensinados que devemos tomar banho, escovar os dentes, lavar as mãos, etc. São condutas que permitem que bactérias, vírus, germes e sujeiras fiquem fora de nosso corpo, impedindo que fiquemos contaminados e consequentemente doentes.
Hoje tomamos cuidado com o que comemos, onde pisamos, onde tocamos. Lavamos e higienizamos as frutas e verduras, guardamos em baixas temperaturas alimentos perecíveis, cobrimos com redinhas alimentos que ficam expostos, por exemplo.
Usamos óculos, máscaras, bonés, protetor solar e equipamentos de segurança. Nosso dia-a-dia está repleto de cuidados que temos com nós mesmos, nossa saúde, nossa vitalidade, nossa vida.
Se analisarmos o nosso dia-a-dia, vamos perceber que estamos a todo o momento nós preparando, nós protegendo e nos limpando.
Fazemos a mesma coisa com a nossa energia? Preparamo-nos energeticamente antes de fazer alguma coisa? Antes de sair para trabalhar, antes de participar de uma reunião, antes de atender um paciente, antes de cuidar de um doente?
E depois? Fazemos nossa higienização, nossa assepsia, nossa limpeza para tirar as contaminações energéticas?
Quem já não saiu esgotado e se sentindo mal de uma reunião?
Quem já se sentiu mal ao entrar em um ambiente ou falar com alguém?
Quem no final do dia, não se sentiu como que carregando um caminhão nas costas?
O livro vai te ajudar a entender estas questões.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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