Marly Rezende da Silva

Marly Rezende da Silva Filha do autor dos relatos, foi professora de português na rede publica do município de São Paulo, apaixonada pelas palavras.
Nasceu na Serra da Canastra, hoje São Roque de Minas, e foi registrada no Glória. Formou-se em Letras na Faculdade Ibirapuera, em São Paulo, onde reside atualmente. Amante da leitura, frequenta sempre oficinas de escrita e brinca ao escrever contos e crônicas

A Vida Como Ela Foi
O diário de Juca Pedro, 1976
Adaptação feita pela filha do homem que relatou em diário sua saga. Empregado no meio rural apaixona-se pela filha dos patrões, defrontando-se com proibições e preconceitos a respeito desse relacionamento. Entre idas e vindas, apresenta o afronto ao preconceito, tendo o casal reagido, o que não era comum nas primeiras décadas do século XX.

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ENTREVISTA

Olá Marly. É um prazer contar com a sua participação no Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São Memórias Familiares escritas em um diário deixado pelo meu pai. Como são muitos os descendentes, resolvemos fazer o livro para alcançar o maior número de pessoas da família. Mas uma vez que conseguimos editar o livro, destina-se agora para, além dos familiares, amantes de leitura e quem possa pretender escrever algo com esse teor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esse é apenas o primeiro livro. Vez ou outra transito pelo mundo das letras. Erroneamente achava que escrever um livro seria apenas para os autores celebrados.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Desde que se goste muito de escrever, ainda vale a pena, pois insere vidas na sua. Os poucos leitores bastarão para que isso aconteça.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conhecia informalmente a editora, levada pela Assunta Viola, produtora gráfica do livro, e minha sobrinha.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Esse livro merece ser lido. A narrativa concentra-se em uma zona rural de Minas Gerais em meados no século XX. Relata costumes, paisagens, preconceitos e sonhos de uma população que, embora rural, começava a quebrar certos paradigmas.
Folclore, música, paixão e tabus permeiam a narrativa cuja leveza absorve a atenção do leitor, que acompanha uma grande história de amor verídica, cujos protagonistas são meus pais.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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