R. M. Angelo Felipe (Rosângela Maria Angelo Felipe)

R. M. Angelo Felipe. Pseudônimo de Rosângela Maria Angelo Felipe é autora de dois romances: o primeiro intitulado Saudades e cinzas foi o que restou, foi publicado no ano de 1999 e o segundo intitulado Os pergaminhos de Éfeso, foi publicado no ano de 2013. Ambos ganharam uma segunda edição pela Scortecci Editora em 2016 e 2018 respectivamente.
Dedica-se também a escrever contos. Participou de concursos literários tendo sido agraciada com medalha de prata no III Concurso Literário Falando de Amor com o texto em prosa, Una Sonrisa. Participou, ainda, de uma seleção de antologia de poesias, contos e crônicas, Memórias & Passagens de um Tempo, 2015 volume 1, organizada pela Scortecci Editora com o conto: Vivamos, minha querida, amemo-nos.
A autora formou-se em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Espírito Santo em 1981. Posteriormente frequentou as disciplinas de literaturas portuguesa e brasileira na mesma instituição, como aluna especial, no ano de 2003.

Saudades e cinzas foi o que restou
O romance ambienta-se no período que se convencionou chamar de anos dourados e anos de chumbo.
O enredo ficcional enfoca um casal que foi separado dramaticamente na época da ditadura militar no Brasil. Vítima de um equívoco, o personagem Fernando foi sentenciado a cumprir pena no Instituto Penal Cândido Mendes, o temível cárcere da Ilha Grande/RJ. Bartira, sua noiva, foi condenada ao exílio. O reencontro de ambos aconteceu 30 anos depois em Paris.

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ENTREVISTA

Olá Rosângela. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O enredo, enfoca um casal que foi separado dramaticamente no período da ditadura militar no Brasil, e por esta razão tem as suas vidas destruídas.
O ápice da narrativa é o reencontro após 30 ano, em Paris.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Saudades e cinzas foi o que restou é o meu primeiro romance. Foi publicado em 1999 em Vitória/ES, onde resido. E em segunda edição no ano de 2018 pela Editora Scortecci. Escrevi outro romance intitulado, Os pergaminhos de Éfeso, este, também publicado em segunda edição pela Editora Scortecci no ano de 2016.
Entre um romance e outro dediquei-me a escrever contos, com os quais participei de concursos literários e antologias. Pretendo continuar escrevendo livros pois sou fascinada pelos dramas coletivo e individuais, que são as bases inesgotáveis para a criação de uma ficção.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acredito que o grande desejo de um escritor iniciante ou consagrado seja antes de tudo, compartilhar a sua composição literária.
Particularmente me sinto feliz quando um leitor expressa o seu parecer sobre o meu trabalho. Esta avaliação é o termômetro para saber se minha narrativa e ou enredo está quente ou fria, ou seja, se ambos envolveram e cativaram o leitor. A expectativa por um parecer crítico por parte do leitor é imensa confesso que é frustrante a indiferença.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet. Na ocasião buscava uma editora acessível que pudesse com profissionalismo atender os meus anseios de ver meus trabalhos caminharem por vias seguras em cada etapa do processo de concretização de um sonho.
Sou muito grata a equipe da Scortecci por abrir as portas para a divulgação dos meus livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Porque o meu trabalho possui um enredo envolvente. Posso dizer que se assemelha a uma crônica, onde o cotidiano de uma sociedade é apresentado, a partir dos anos glamorosos da década de 1950 e seguidos das décadas conturbadas do que a história denominou de regime político militar no Brasil.
O romance finaliza no período da abertura democrática no país. Portanto, há uma gama de informações sobre o dia a dia da sociedade brasileira, mas, sempre pela ótica, pela estética do Romantismo.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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