Geizy Reis (Geiziane Santana dos Reis Souza)

Geizy Reis. Nome literário de Geiziane Santana dos Reis Souza.
Brasiliense, nascida no verão, pisciana sonhadora, mãe feliz e professora por escolha do coração. Graduada em Pedagogia, com especializações em Gestão Educacional e Psicopedagogia. Ainda menina já havia descoberto que o ensinar era encantador. Apaixonada pela companhia de uma boa música, por teatro, dança e pelo prazer de letras crianças na jornada da educação. A história foca o público infantil. O reino das Cores é a primeira obra desenvolvida pela autora.

O Reino das Cores
E se o mundo fosse todo de uma só cor? Teria a mesma graça e esplendor? O reino das Cores é uma história que fala exatamente sobre isso. O livro conta a história de sete reinos, cada um com uma única cor. Porém as cores entram numa disputa para mostrar qual era a mais bonita e importante. No fim, elas descobrem que isso não é o principal é que juntas poderiam criar algo encantador. O enredo tem o intuito de abordar o respeito às diferenças, o diálogo, a união. Conta com uma narrativa simples, na qual cores são usadas para representar as pessoas e seus mundos, além de abordar as cores de forma lúdica e atrativa.

ENTREVISTA

Olá Geisy. É um prazer contar com a sua participação no Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro tem por intuito, abordar o respeito às diferenças, o diálogo, a união. Conta com uma narrativa simples, na qual cores são usadas pra retratar as pessoas e os conflitos em torno desta questão. A ideia surgiu a partir de um projeto pedagógico, voltado para os alunos do 1° ao 3° ano do ensino fundamental da rede pública do Distrito Federal. Foram trabalhadas atividades de acordo com o nível de aprendizagem, focando não somente o cognitivo, mas também valores humanos agregados. Tudo isso por meio da ludicidade. O livro se destina inicialmente a crianças até oito anos, professores que necessitem trabalhar o respeito, diálogo, união, cores, pais incentivadores da formação humana de suas crianças, e todas as demais pessoas que considerem o tema relevante.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou brasilense, pisciana sonhadora, mãe e professora da rede pública do Df. Pedagoga por formação e por escolha do coração. Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional e em Gestão e Orientação Educacional. Apaixonada pela jornada bela e árdua de letrar e alfabetizar crianças. Em especial, as crianças portadoras de algum tipo de necessidade especial, física ou mental. O livro é a realização de um sonho profissional e pessoal e que hoje ganhou vida, além dos muros da escola. Será o primeiro de outros que virão, sem dúvidas.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Como professora alfabetizadora e que pode ver a importância da leitura na vida pratica, penso que ser escritor no Brasil é bem comparável a vida de educador. Uma profissão desvalorizada, onde quase não há interesse pela mesma. Mesmo assim está entre uma das mais belas, árduas e importantes missões profissionais. Assim é o escritor em nosso país. Até porque, o interesse pela leitura está intimamente ligado à valorização da educação de um povo. Porém é uma tarefa que não pode parar, mesmo que a herança não seja recebida por você, ela sempre chegará positivamente em alguém.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Lido diariamente com muitos livros infantis, por conta da profissão. Tive contato em meio a estes livros, a um título da editora, o que me despertou o interesse em conhecer mais sobre a mesma.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. O livro aborda de forma singela, clara e lúdica, um tema muito necessário ao convívio pacifico entre as pessoas, que é o respeito às diferenças entre as mesmas. A história traz este assunto para o universo infantil de forma colorida e atrativa. A mensagem que fica é a necessidade gritante em meio à forma como caminha nossas sociedades hoje, de se incentivar desde a base, a tolerância, o diálogo e a união como saída frente à cultura de ódio que tem prevalecido.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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