Zodja Pereira

Zodja Pereira é atriz e bailarina, estréia profissionalmente em 1964, em Recife na TV Jornal do Comercio. Em São Paulo, depois de atuar com o Grupo Opinião do Rio de Janeiro e no Teatro de Arena de São Paulo, migra para TV e participa de programas e novelas nas TVs Excesior,Bandeirantes, Record e Tupi. A partir de 1978 atua como profissional em dublagem e em 2005 funda a DUBRASIL Central de Dublagem tendo como objetivo especializar atores em dublagem.Aberta para Balanço é a primeira experiencia em tornar publico seus poemas.

Aberta para Balanço
É uma coletânea de poemas escritos em diversos momentos tendo como inspiração o AMOR!

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ENTREVISTA

Olá Zodja. É um prazer contar com a sua participação no Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São Poemas. São poemas e textos escritos em diversos momentos sem intenção de publicar. Cada um tem uma história real que o inspirou. Ao ver que as pessoas que os liam sentiam-se tocadas resolvi publicá-los. É uma linguagem simples que alcança leitores de qualquer idade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou atriz e jamais pensei em publicar algo meu. Nasceu o primeiro! Talvez, outros surjam.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que apesar do nível cultural que o Brasil foi arrastado ainda temos um numero considerável de leitores. Quase todo brasileiro é poeta o que gera a curiosidade sobre os outros poetas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheço a Scortecci a mais de 40 anos. O primeiro livro de minha mãe foi publicado por Eles.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meus poemas são quase uma conversa com o leitor que se identifica pela linguagem simples e coloquial que fala sobre sentimentos comuns ao ser humano. Provavelmente o leitor se encontrará em um ou mais dos poemas lidos.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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