Norberto T. Takahashi (Norberto Toshihiko Takahashi)

Norberto T. Takahashi
Nascido em 1960, paulista, nissei, casado e engenheiro (1987) com pós pela EPUSP (2001). Aos 15 anos era desenhista autônomo e aos 20 foi registrado na Proplasa, chegando a sócio em 5 anos e ficando lá mais 5 anos. Saiu de lá em 1990 para fundar a Politécnica, que por mais de 10 anos trabalhou com órgãos públicos e privados, e há 17 anos especializou-se em hospitais e indústrias. Hoje conta com uma família de 30 colaboradores.
Em 2007 ele já tinha conquistado seus principais sonhos (fundar a Politécnica e conduzi-la por mais de 10 anos, fazer pós na EPUSP, conhecer o Japão e outros países e empreender um prédio próprio, dentre outros).
Neto de quatro avós vítimas de AVC, então com 47 anos, fumante, fã de um bom whisky e trabalhador workaholic, ele tinha tudo para ter um AVC, e foi o que aconteceu em 2007. Ele [quase] morreu e só mexia os olhos (Síndrome do Cativeiro), ficando meses como um vegetal. Daí seguiu-se uma saga de dez anos de reabilitação, narrada com humor neste livro.
Publicar este livro significou para ele cumprir mais uma missão desta vida, afinal, Ninguém vem para esta vida para não fazer nada e Um dia o Autor vai, mas o livro fica (Cláudio).

Bariloche, 10 anos de AVC
Conheça a surpreendente história de Norberto, que sofreu um AVC no auge de sua vida profissional, e perdeu repentinamente toda a mobilidade do corpo, e só mexia os olhos. No livro são descritos os antecedentes, o AVC em Bariloche, o seu precário socorro, o impasse de trazê-lo ou não para SP, as passagens pelas UTI's e a internação de 14 meses. O retorno para casa como cadeirante com Home-Care, a reabilitação na AACD e em Casa, a cirurgia do pulmão, o Foco na reabilitação e as reconquistas na qualidade de vida. Teoriza o seu AVC com a Evolução do Ser Humano, aborda as Enfermagens havidas até hoje e encerra dando dicas preciosas aos deficientes, com críticas a alguns casos absurdos de acessibilidade no Brasil. Assim, evidencia que os anos de muita luta, dedicação, reflexão e fé foram determinantes para a sua razoável recuperação.

ENTREVISTA

Olá Norberto. É um prazer contar com a sua participação no Scortecci do Portal do Escritor.
 
Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Conheça essa saga de luta pela vida após um grave AVC de tronco narrada pela vítima com humor crítico e espiritualidade. O livro narra o AVC em Bariloche, o socorro local, a remoção para SP, as passagens pelas UTIs do Einstein, São Luís e Oswaldo Cruz, e 14 meses neste último hospital. Conta o retorno para casa, como cadeirante com home care, aborda as enfermagens havidas até hoje, as reabilitações física e psicológica, o derrame pleural, o Foco na Reabilitação e a reconquista da qualidade de vida. Faz conjecturas sobre o AVC (ou outras tragédias) enquanto evolução do ser humano. Encerra com dicas às Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais - PNEs, e críticas a alguns absurdos da acessibilidade no Brasil.
É um livro recomendado para doentes graves, seus familiares e amigos, profissionais da saúde e quem queira entender o porquê das tragédias da vida.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O Autor é Paulista, 57 anos, nissei, casado, engenheiro civil (1987), pós-graduado pela EPUSP (2010). Aos 15 anos já era desenhista e aos 20 teve o seu único emprego CLT, chegando a sócio em 5 anos. Saiu em 1989 para fundar a Politécnica Engenharia Ltda e especializou-se em complexos hospitalares e industriais, com uma família de 30 colaboradores. Neto de 4 avós vítimas de AVC, então com 47 anos, fumante, fã de um bom whisky e workaholic, ele tinha tudo para ter um AVC, e foi o que aconteceu em julho de 2007. Ele [quase] morreu. Durante meses ficou na Síndrome do Cativeiro (que só mexe os olhos). Daí seguiu-se uma saga de luta pela vida e reabilitação, narrada com humor crítico e espiritualidade neste livro. Assim, o Autor considerou cumprida mais uma missão desta vida, e como o Autor espera não ter mais tragédias, esse livro deve ser o seu único livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Para quem escreve isso é frustrante, porém compreensível porque o brasileiro não tem o hábito da leitura. Não por isso os Agentes de cadeia literária devem esmaecer, mas sim encarar a reversão deste cenário como um desafio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Indicação de um amigo de amigo que publicou um livro com vocês.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim!!! Eu não ousaria fazer essa afirmação há 4 meses atrás, mas hoje, depois de ter recebido dezenas de mensagens espontâneas de leitores, muito deles desconhecidos, eu faço essa afirmação com convicção. Aqueles leitores que leram o livro são unânimes em afirmar que o livro traz uma mensagem divina, cujos entendimento e profundidade dependem da espiritualidade de cada leitor, e faz isso com certa dose de humor e sem o fanatismo religioso.

Maria Cristina Andersen
Blog do Escritor

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