|
|
|
|
"Fonte": jargão jornalístico que se refere à pessoa de confiança de um jornalista que lhe serve como fonte de informação, normalmente mantida no anonimato. Em A Fonte, Marcelo Kovich construiu uma carreira jornalística de sucesso cercando-se dos poderosos políticos da capital federal. Mas o que ele não imaginava era que tudo estava a ponto de ruir. Um assassinato, uma acusação contra um preeminente Senador e uma fonte capaz de destruir um dos alicerces do Governo. Até onde vai a relação de confiança entre jornalistas e suas fontes quando o que está em jogo é algo bem maior?
|
|
|
|
| AQUA-ZÔNIA II / Sônia Essabbá |
|
Sônia Essabbá, brasileira, nascida no Rio de janeiro, carioca do bairro do Flamengo. Apesar do esplendor da cidade maravilhosa, apaixonou-se por nosso Manacapuru, Amazonas, a cidade conhecida como “Princesinha do Solimões”. Nesse livro ela trata de temas que vêm afetando a Floresta Amazônica, como: matança desordenada de botos, pesca com explosivos, pesca esportiva, seca dos rios, poluição das águas, desmatamento da floresta, extinção de espécies e o aquecimento global.
|
|
|
|
| AQUI ESTÃO OS TIGRES / Pablo Gonzalez |
|
Aqui estão os tigres é um envolvente romance psicológico que retrata o mal-estar contemporâneo com uma linguagem audaciosa e desengajada. Sonhos, memórias da infância, reflexões sobre arte, fantasias, desabafos, histórias inventadas em horas de insônia. Esses são alguns dos veículos que transportarão o leitor para a mente de Valentino, um desenhista frustrado e inseguro que sofre para conciliar o mundo real com as suas paisagens interiores.
|
|
|
|
| ARMAS DE FOGO...NUNCA MAIS! / Rivaldo Pinheiro |
|
João Serafim olhou a paisagem de soslaio e viu uma réstia de morte rondar-lhe o branco dos olhos. Olhou à direita e viu o bezerro agonizando. Não aprontou reação, não havia nada a fazer. Os pais, sentados no alpendre – há tempo não conversavam –, espalharam as vistas pelos quatro cantos; ora olhavam para o forte anilado do céu que teimava em esconder o branco das nuvens, ora fitavam um ao outro, desesperançados, aguardando o pior.
|
|
|
|
| CIRANDA DE MOSAICOS - DOS MARCOS DAS MARCAS E TRAGÉDIA / Valéria Avilla |
|
Narrativa bem engendrada em que fica evidenciada na autora sua leitura de Lacan, Derrida e Schopenhauer, devidamente citados durante o percurso do texto, bem como outros que apenas se fazem presentes pela forma de construção da narrativa e que traçaram a teoria pós-moderna da literatura, a partir de Saussure, como Bloom, Kristeva, Bakthin, Barthes, Compagnon e outros. O texto forma uma trama cuidadosamente tecida desde o título, que propõe uma ciranda formada por peças que são acrescentadas para se compor um desenho.
|
|
|
|
| CULPA / Eliana Di Donato Carosini |
|
A única intenção da autora, ao escrever este romance, foi a de tentar passar uma mensagem de amor. Mostrar que o amor é plantio seguro, que todos os dias deve ser regado de certezas e, principalmente, de segurança. Não devemos nos dizer apaixonados antes de termos arado bem a terra para podermos fazer nossa sementeia.
|
|
|
|
| DESEJOS EM GUERRA / Ercílio Alberto |
|
Os tempos eram difíceis. As disparidades entre o norte e o sul dos EUA se acentuavam cada vez mais com a chegada dos europeus e dos escravos. A evolução das indústrias no norte propiciava a liberdade do homem. O sul enraizava a escravidão. Décadas se passaram até expluir a Guerra da Secessão. O que um precisava o outro não permitia. E assim as discórdias foram aparecendo, enquanto Abraham Lincoln tentava conseguir a paz.
|
|
|
|
| DESENCONTROS / R. Fernandes |
|
Desencontros. Esta obra leva o mesmo título de um dos contos que a compõem, pois todos os outros também dizem respeito a certas formas de desencontro, ou de sentimentos, ou de idéias, ou de comportamentos, ou de expectativas, entre personagens de alguma maneira ligados entre si. Não serão encontrados entre os protagonistas nomes extravagantes ou diferentes daqueles muito frequentemente ouvidos no cotidiano, apenas para distinguirem os elementos fictícios dos reais ou para serem significativos de algo.
|
|
|
|
| DITADOS E DITADURAS – O AMOR E OS ANOS 60 / Bia Raick |
|

QUEM VIVEU VAI REVIVER. QUEM NÃO VIVEU VAI CONHECER! Prepare o seu coração, caso não tenha, arranje um só para ler essa história de amor único (toda história de amor é única) na radiografia de uma época marcada por drásticas mudanças e absurdas contradições, abrangendo as gerações posteriores e cujos reflexos estão ainda presentes. O jovem, que até então não existia num mundo só de adultos e crianças, ganhou num golpe a sua identidade; e no mesmo golpe o país perdeu a dele. |
|
|
|
| ESPELHO DE PAPEL / Rodolfo André Molon |
|
Saulo Ceres é um jovem e virtuoso advogado que leva uma vida dentro dos padrões sociais desejáveis. Certo dia, Ceres recebe uma inesperada visita de um homem enigmático que lhe propõe uma causa peculiar: a defesa judicial do diabo. A partir de então, ele passa a sofrer uma verdadeira revolução na sua personalidade, o que o leva ao mais importante julgamento da sua vida, cuja fé que o domina, torna o seu resultado irreversível e surpreendente.
|
|
|
|
| INOCÊNCIA / Visconde de Taunay |
|
Considerada pelos críticos como uma das obras mais bem resolvidas da vertente regionalista do Romantismo brasileiro, Inocência explora de maneira exemplar as relações entre o homem e a natureza. Usando como paisagem de fundo o Pantanal brasileiro, Visconde de Taunay consegue apreender sua dimensão humana e física com descrições ricas e objetivas.
|
|
|
|
| LICOR NEGRO DA RUBIÁCEA BRASILEIRA / Carlos Bandeira |
|
A história do Licor Negro da Rubiácea Brasileira é uma ficção sobre o dinheiro deus da terra, da justiça injustiçada, de como surgem santinhos do pau oco. Apesar de todas essas mazelas, ainda podemos, pelos cafezais da vida, sentir o perfume, os aromas das floradas, sentindo os raios do sol em nossa pele, recebendo a vitamina D do rei dos astros, que nos dá saúde e a vida sem nada cobrar. Existem várias lendas sobre a descoberta do café, a mais aceita é a do Pastor Kaldi, que viveu na Absinia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos.
|
|
|
|
| MEUS OITENTA VIRA-LATAS / Jill Östrand |
|
Imagine um lugar, repleto de natureza, onde vive em completa liberdade quase uma centena de cachorros. Não existem baias ou canis, tampouco correntes ou coleiras. Nos 10 alqueires do sítio Vagalume, os vira-latas ditam as regras. Convivem em bandos e matilhas, de acordo com uma hierarquia familiar ou, simplesmente, pela lei do mais forte. Nos últimos 20 anos, Jill Östrand foi seguindo seu coração, e recolhendo das ruas e dos maus tratos quase todo vira-lata que afortunadamente cruzava seu caminho.
|
|
|
|
| NINGUÉM VAI DORMIR NOSSOS SONHOS / Paulo Roberto de Carvalho |
|
Uma novela western cuja estrutura narrativa se desenvolve no período em que o Estado de Oklahoma ainda era território indígena e, especificamente, dentro do espaço denominado No Man’s Land, a Oeste, entre os Estados do Texas e Kansas. Uma abordagem dinâmica, realizada dentro de parâmetros históricos, apresentados criticamente, onde podemos compreender um pouco a lei da causa e efeito ‘‘colhemos o que semeamos’’.
|
|
|
|
| O ENGRAXATE DUDU / Nege Além |
|
Havia na cidade de Guaxupé – Sul de Minas – uma rua chamada Rua Taboão. Em meia-água, morava o pequeno Engraxate Dudu. Não obstante a pobreza da família, vivia Dudu feliz na rua poeirenta, cheia de buracos e altos capins às margens, porém, a melhor do mundo, o palco de suas eternas aventuras infantis. Nas chuvas, divertia-se com a meninada, a troco de tostões, a desencalhar os calhambeques atolados nas barrentas poças da rua.
|
|
|
|
| O ENIGMA DO LAGO / Hilário Franciosconi |
|
Ádila tem 15 anos e mora com seus pais num pequeno sítio afastado da cidade. Assolado por pesadelos, o menino vive um cotidiano solitário e entregue à melancolia. Certo dia, vagando pelos arredores da propriedade, descobre uma gruta misteriosa que o transporta aos labirintos de um mundo especial, inteiramente distinto dos padrões de tempo e espaço.
|
|
|
|
| O LADO OBSCURO DO AMOR / Felizardo Tyiengo |
|
 O Lado Obscuro do Amor é trespassado por elementos relacionados à vida social e cultural de Angola. Os seus personagens se constroem em meio às referências sobre a mesma. A história desenrola-se em torno de Sara e Abelardo, dois jovens que tentam viver o frescor da paixão que nutrem um pelo outro. Para eles, o sentimento que compartilham vale todos os sacrifícios, mas logo vão descobrir que um amor assim irresponsável e egoísta é tão complicado quanto um não-amor e que às vezes morrer por isso não é tão fácil quanto nos acostumamos a pensar. |
|
|
|
| PEDAÇOS DO SER - Á procura de si mesmo / José Cornetta |
|
Não há nada mais trágico do que se perder no começo da jornada da vida. É tão fácil perder-se! É o que acontece, geralmente. A sociedade impõe seus códigos, suas normas, e o indivíduo terá que se adaptar. Obrigado, o tempo todo, a vestir uma camisa de força. É preso sem cometer crime algum. É-lhe imposta uma obrigação, escolhe o que lhe é dado para escolher e terá que se adaptar, pois a sociedade é cruel, implacável.
|
|
|
|
| PERFUME DE AMOR / Valquíria Gazze |
|

O erro de Augusto foi acreditar na força de quem não a tem. O erro de Helena foi acreditar no marido e submeter-se demais. O erro de Teresa foi acreditar num amor proibido pelas convenções sociais. O erro de Henrique foi acreditar nas convenções sociais. E, em meio às sombras da dor e da solidão, surge Antônio – aquele que não sabia de nada, mas a quem coube compreender tudo. Do Rio de Janeiro imperial surge uma história de resistência e paixão, de angústia e espera, de medo e tristeza, muita tristeza... |
|
|
|
|
|
Pompéia - o nome do livro - conta a história da jovem que leva o mesmo nome. Filha de um fazendeiro avarento, é obrigada a casar-se com um outro velho, rompendo-se-lhe os delicados deleites da juventude, que já lhe eram muito pequenos. Perde a delicada mãe e o sensato irmão Euclides num acidente, o que lhe agrava as dores tristezas e angústias, naturais a quem vive em submissão.
|
|
|
|
| TROCANDO PAIXÃO POR AMOR / Kleber Lima |
|
"Sempre ouvimos falar em paixão pela profissão, pelos negócios, pela vida, nos relacionamentos e paixão pelo sucesso. Porém na busca pelo algo mais, precisamos evoluir interiormente primeiro, para que depois as outras coisas evoluam". "Sendo o amor a nossa vocação e ser reflexo da Luz Divina, nossa missão, concluímos que nosso objetivo na Terra é ter o amor como luz que ilumina a escuridão do fracasso e nos leva ao brilho do sucesso".
|
|
|
|
|
|
Em Virtude, o autor cria uma história forte e dinâmica, personagens conflitantes e verossímeis, porém, tanto a história quanto seus personagens, são meros instrumentos para discussões filosóficas, onde tudo é levado em consideração na formação da personalidade. O autor ainda faz questão de explicitar quais foram suas influências para Virtude, ao transcrever, muitas vezes in verbis, trechos de obras de outros escritores, como Drummond, Graciliano Ramos, Bertolt Brecht, Nietzsche, Dostoievski e Kafka.
|
|
|
|
|
|
|
| |
|
|
|